sábado, dezembro 26

Viva sem medos.

O Mundo não é justo. Porque as pessoas não são justas. Não possuímos as mesmas oportunidades. Algumas pessoas as conseguem por merecimento, outros sem nenhuma explicação passível de entendimento. E são justamente as oportunidades que são capazes de definir o futuro. Portanto, quem não as tem está limitado pela natureza do ciclo das coisas.

Mas afinal de contas o que define quem deve receber ou não esta ou aquela oportunidade. Onde esta a verdade? Afinal de contas qual é a verdade? Onde se esconde o propósito das coisas. Muito ouço de propósito, dizendo que as coisas têm à hora certa de acontecer. Será mesmo? – eu tenho me perguntado. Serão a racionalidade ou a fé os ingredientes necessários a vitoria e ao sucesso. Ou ainda os dois juntos de forma equilibrada; se é que isso é possível.

A vida será mesmo linda? Alguns dizem que não existe destino, outros que ele esta no sonho que se tem, ou seja, você sonha em ser o seu destino. Não é fácil definir um modelo de conduta, um biótipo social e de atuação na Sociedade. Antes de mais nada devemos nos conhecer e saber aplicar os conhecimentos adquiridos pela vida em nossa jornada.

È sempre questão de duvida e debate temas como: destino, propósito, fé, racionalidade, hora certa. Como administrar a verdade que cada um exprime? Pode-se não aceitar, mas a verdade esta escondida em nossa mente. Nas conversas que temos com as outras pessoas. Nestes temas acima citados.

Daí se cai no mesmo buraco. Será mesmo que possuímos as mesmas oportunidades, e mais, as oportunidades podem decidir mais que o desejo de um sonho? O ímpeto de ser e ter algo que no momento não se possui? Duvidas e perguntas, são elementos que não faltam, e o maior medo é o de achar que mesmo depois de ver respondido as duvidas, não se siga a verdade.

Muitas vezes mergulhamos na lagoa das duvidas e questionamentos. Sempre por conta de algum problema, ou mal estar, e quase nunca obtemos mais que o necessário para o momento. Ou seja, só temos acesso ao que nos auxilia naquele instante. O ruim de tudo isso é que depois de sairmos de nossa imersão em águas turvas, as coisas parecem diferentes, como que se nós tivéssemos mudado e o Mundo continuasse o mesmo. No entanto nossa mudança criou uma falange entre nosso pensamento e a realidade.

Sempre ao final dos textos os autores deixam uma explicação mais clara, a solução para o problema ou como reagir diante da circunstância. Mas eu, em minha humilde sabedoria, não me julgo capaz de apontar este ou aquele caminho como certo, ser assim ou assado. Dizer, mandar ou expressar como se deve portar diante de uma adversidade pode não ser o meu forte. Pois não acredito em formas, nem em padrões. E sim, em perfeição da Natureza.

Um comentário:

Diogo Damasceno Pires disse...

Há pessoas que preferem caminhos mais curtos e mais tranqüilos para se chegar aquilo que tanto almejam, outros preferem encarar as grandes viagens que a vida dá, só pra ver aonde isso vai dar, se que, nem por que! Sem preocupações aparentes. Mas o fato é que todos nós devemos seguir, independentemente de acreditarmos ou não em algo que possa nos guiar. Prefiro achar, que está dentro de nós o sentido para procurar as tais oportunidades da vida! Vamos lá fazer o que queremos, construir o nosso próprio "destino", pois mesmo que não seja possível mudá-lo (se é que o bendito existe!?)devemos enfrentar o desafio de ser feliz!

Que o seu 2010, seja repleto de certezas que o ponham no caminho certo de sempre, rs!

Abraços do amigo,
Diogo Damasceno

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